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Notícias 21/08/2026

Seminário sobre política econômica

Seminário sobre política econômica com Roberto Senna do Dieese para dirigentes sindicais de entidades dos funcionários públicos estadual. A Direção do Stafpa está participando. Local Sindsaúde em São Brás

Notícias 21/08/2026

Campanha salarial 2018: Fórum de entidades sindicais reúne na quinta (25)

A direção do Stafpa participa na quinta-feira da reunião das entidades de servidores públicos do estado do Pará, que vai discutir a pauta da Campanha Salarial 2018. A reunião vai acontecer na sede do Sindsaúde. Serviço: Reunião de entidades sindicais dos servidores público do estado Local: Sindsaúde Endereço: Rua Santa Lucia número 1 São Braz Horário: a partir das 09:00h Quinta-feira (25/05)

Notícias 21/08/2026

O rombo da previdência é uma mentira!

  Não há deficit previdenciário! Não há rombo da previdência! O que existe é um superavit previdenciário! Chocante? Pois é. Leia o artigo para entender.   Em tempos de crise como os nossos, já virou clichê a atribuição da culpa do rombo nas contas públicas à Previdência Social. Se você acredita nessa história do deficit previdenciário, você precisa tomar a pílula vermelha, ler esse artigo e conhecer a verdade! [Artigo originalmente publicado no blog Desmistificando o Direito] Sumário O deficit previdenciário não existe Como é feito o cálculo do Governo Como o cálculo deveria ser feito O superavit previdenciário A causa real do deficit da economia brasileira Que juros são esses? A Desvinculação de Receitas da União (DRU) Estou propondo um calote?   O deficit previdenciário não existe Devido à manipulação da mídia, as pessoas estão convictas de que existe um deficit na previdência e que a reforma é necessária a urgente. Mas… Não há deficit previdenciário! Não há rombo da previdência! O que existe é um superavit previdenciário! Chocante? Pois é. E eu, que odeio teorias da conspiração, vou te mostrar que dispenso o chapéuzinho de alumínio e faço as minhas afirmações baseada em estudos e fatos (vide fontes ao final do artigo). [Obs.: Superavit é quando você arrecada mais do que gastou.] A professora de Economia da UFRJ, Drª Denise Gentil, demonstrou claramente em sua tese de doutorado que o Governo executa uma fraude contábil nos cálculos das receitas e despesas com a Seguridade Social. Esses cálculos são feitos de forma totalmente diferente do que diz a nossa Constituição Federal. Como é feito o cálculo do Governo O Governo pega a receita de contribuições previdenciárias ao INSS, que é apenas uma das fontes de receita, e deduz (subtrai) dessa receita o total dos gastos com benefícios previdenciários. Por esse cálculo que o Governo divulga, nós teríamos ano passado (2015) um [falso] deficit de 85 bilhões de reais. Como o cálculo deveria ser feito Designed by Freepik Nos artigos 194 e 195 a Constituição Federal cria o Sistema de Seguridade Social dentro do qual estão todos os benefícios previdenciários, os benefícios sociais e o amparo à saúde. Podemos chamar esse sistema de “tripé da proteção social”, que compreende Saúde, Previdência Social e Assistência Social. [Obs.: os benefícios do INSS (ex.: aposentadorias, pensões, auxílios, etc.) estão dentro da Previdência Social.] Para executar essa proteção social, esses artigos também definem a Receita que o Governo arrecadará e que estará vinculada a esses gastos. Ou seja, teoricamente, o dinheiro arrecadado para a Seguridade, não poderia ser gasto com outras coisas. [Obs.: Sobre a receita da Seguridade Social (também chamada de “custeio”), recomendo a leitura do art. 195 da Constituição Federal e do art. 11 da Lei 8.212/91.] E quais são essas receitas? Contribuições Previdenciárias ao INSS Contribuição para o financiamento da seguridade social (COFINS) Contribuição Social sobre Lucro Liquido PIS / PASEP (destinado especificamente ao seguro desemprego) Receita de concurso de prognósticos Antiga CPMF Ah, antes de continuar, gostaria de convidar meus colegas, advogados previdenciaristas para a minha palestra online (webinário), totalmente gratuita, na qual eu falarei sobre como aumentar seus honorários nas causas previdenciárias. Clique no link para inscrever-se! O superavit previdenciário Quando pegamos o total dessas receitas (a Dr.ª Denise Lobato fez este trabalho desde 1990 até hoje) e deduzimos as despesas com Saúde, Previdência Social e Assistência Social (o tripé), inclusive as despesas com burocracia, o que existe é um SUPERAVIT. Esse superavit é crescente, e atingiu um ponto máximo em 2012, quando tivemos 78 bilhões de reais de superavit previdenciário. Este valor vem caindo nos últimos 2 anos por causa da recessão econômica que estamos vivendo no Brasil. Mas o superavit continua existindo e, em 2015, foi de 20 bilhões de reais. Mas para onde está indo este dinheiro? Infelizmente, o Governo tem desviado esse superavit para gastar no orçamento fiscal. Dinheiro que deveria ser gasto na proteção social está sendo utilizado para outros fins. O que seria? A causa real do deficit da economia brasileira Mas qual é a causa real desse deficit? São os gastos financeiros, que são gastos com pagamento de juros. De acordo com a Dr.ª Denise, isso é muito fácil de identificar, mas a mídia não divulga. Quanto se gastou em 2015 com juros? 501 bilhões de reais, que corresponde a 8,5% do PIB. O que foi destinado a menos de 100 mil pessoas (provavelmente 75 mil pessoas). Enquanto isso, a Previdência gastou 430 bilhões de reais e beneficiou diretamente mais de 27 milhões de pessoas! E se você somar essas pessoas ao número de familiares que elas têm, isso vai atingir 40 milhões de pessoas. Onde é mesmo que tem que ser feita a reforma? Designed by Freepik Que juros são esses? A Dr.ª Denise explica que esses juros vêm do lançamento de títulos públicos para controlar a SELIC. [Obs.: A taxa Selic é a média de juros que o governo brasileiro paga por empréstimos tomados dos bancos. Quando a Selic aumenta, os bancos preferem emprestar ao governo, porque paga bem. Já quando a Selic cai, os bancos são "empurrados" para emprestar dinheiro ao consumidor e conseguir um lucro maior. Assim, quanto maior a Selic, mais "caro" fica o crédito que os bancos oferecem aos consumidores, já que há menos dinheiro disponível.] O Governo estabelece um patamar (que atualmente está em 14,25%) e, para manter esse patamar de Selic, o Governo tem que controlar a liquidez da economia. Então, parte importante da dívida é feita com operações compromissadas que são lançamentos de títulos públicos que são vendidos em leilões pelo Tesouro, pelo Banco Central (títulos do tesouro) e, para controlar o câmbio também. O Brasil paga as maiores taxas de juros, reais e nominais, do mundo. A Desvinculação de Receitas da União (DRU) O Governo se apropria do superavit da Seguridade Social e aplica este dinheiro em outras despesas, principalmente, o pagamento desses juros. E faz isso através da DRU - Desvinculação de Receitas da União. A DRU nada mais é do que uma regra que estipula que 20% das receitas da União ficariam provisoriamente desvinculadas das destinações fixadas na Constituição. Com essa regra, 20% das receitas de contribuições sociais não precisariam ser gastas nas áreas de saúde, assistência social ou previdência social. Existe proposta de aumentar esta margem para 30%. A DRU foi criada em 1994 com o nome de Fundo Social de Emergência (FSE), logo após o Plano Real. No ano 2000, o nome foi trocado para Desvinculação de Receitas da União. Legal, né? A Constituição Federal cria uma sistema “redondinho”, bonitinho para funcionar do jeito que tem que ser a Seguridade Social. Pouco tempo depois, devido ao descontrole administrativo do Governo, criam um jeito de desassociar aquilo que é arrecadado especificamente para a Seguridade para poder gastar do jeito que quiserem. E a culpa do rombo é da Seguridade? Designed by Freepik Na verdade, o orçamento que é deficitário não é o orçamento da Seguridade Social. Orçamento deficitário é o orçamento fiscal do Governo! Então, o Governo vem dilapidando o patrimônio da Seguridade Social para cobrir outros gastos. [Obs.: O orçamento fiscal inclui o que chamamos de contas primárias do governo mais as contas de juros.] Estou propondo um calote? Eu não sou maluca. Claro que não estou propondo que o Governo dê o calote nos investidores. Isso só nos afundaria ainda mais na crise econômica. A minha única proposta com este artigo é tentar fazer com que o maior número possível de pessoas não seja mais manipulada por este argumento MENTIROSO. Deixem a Seguridade em paz! Ela protege direitos fundamentais e está atrelada umbilicalmente à dignidade da pessoa humana! Vamos esquecer a reforma previdenciária um pouco e focar na reforma política? E já que estamos falando de direito previdenciário, eu disponibilizei gratuitamente a minha Ficha de Atendimento a Cliente para Causas Previdenciárias (informe seu e-mail no formulário abaixo e eu enviarei a ficha para você). Espero que seja útil! Para se manter sempre atualizado siga meu perfil aqui no Jusbrasil e meu canal do Facebook e Youtube Por Alessandra Strazzi Especialista em Direito Previdenciário Advogada especialista em Direito Previdenciário (INSS), formada pela Universidade Estadual Paulista - UNESP. Autora do blog Adblogando, no qual procura explicar o Direito de forma simples para as pessoas leigas, e do Desmistificando, voltado para o público jurídico. http://alessandrastrazzi.adv.br e http://www.desmistificando.com.br   FONTES: A “farsa” chamada déficit da Previdência; Em tese de doutorado, pesquisadora denuncia a farsa da crise da Previdência Social no Brasil forjada pelo governo com apoio da imprensa; A Política Fiscal e a Falsa Crise da Seguridade Social, Brasileira – Análise financeira do período 1990–2005 (tese de doutorado da Dr.ª Denise Gentil); Escavador; A Falácia do Déficit Previdenciário e a Casa da Mãe Joana; Dias Melhores: Desaposentação e o Falso Déficit da Previdência Social [VÍDEO]; Entenda como a taxa Selic afeta a vida do consumidor; Primeira reunião do Copom sob novo BC deve manter juros, prevê mercado; O que é e para que serve a desvinculação de receitas da União (DRU)? Senado avança em proposta que desvincula 30% das receitas da União; DRU - Agência Senado.

Notícias 21/08/2026

Stafpa reúne com secretário da SEDAP

O presidente do Stafpa Otoniel Chagas e o vice  Cliff Puget, tiveram uma reunião com Afif Jawabri secretário interino da Sedap ( Secretaria de estado e desenvolvimento agropecuário da pesca)) na quarta-feira (10/01). A reunião foi para tratar da situação dos trabalhadores do “O AGRO Ananindeua”, que  será desativado. Ficou definido uma nova reunião para avaliar como será definido a situação dos servidores

Notícias 21/08/2026

Retrocesso: Temer esvazia programas para o campo e põe em risco a merenda escolar

Sucessivas medidas anunciadas em Brasília comprovam que o governo federal decidiu estrangular a agricultura familiar   Por Paula Quental — publicado 19/12/2017 12h15   Tweet Marcello Casal Jr./Agência Brasil   Falta dinheiro para a merenda escolar [Este é o blog do Brasil Debate em CartaCapital. Aqui você acessa o site] A política de cortes do governo de Michel Temer, resumida na Emenda Constitucional 95, a “emenda do teto de gastos”, que congela o orçamento público por 20 anos, tem entre os seus alvos os programas voltados para a agricultura familiar, setor responsável por colocar comida na mesa do brasileiro. Segundo o agrônomo Luciano Mansor de Mattos, pesquisador da Embrapa e autor de um estudo sobre as consequências da austeridade no campo, o enfraquecimento e a extinção dessas políticas levarão ao aumento da violência, à volta do êxodo rural, ao empobrecimento no campo, além de reduzir a produção de alimentos, comprometendo a segurança alimentar e nutricional brasileira. De acordo com Mattos, o governo não anuncia o fim dos programas, mas age para “desidratá-los”. Seu estudo foi apresentado e discutido em sessão do “Observatório de Austeridade”, uma série de reuniões para debater os efeitos das políticas de ajuste fiscal promovida pela Fundação Friedrich Ebert Stiftung, o GT de Macro da Sociedade de Economia Política e o Brasil Debate. Leia também: Classificação social da renda: o desajuste do Banco Mundial Dois dos programas mais ameaçados, alertou Mattos, são o Programa Nacional de Alimentação Escolar, conhecido como Merenda Escolar, a maior política de alimentação gratuita do mundo, que atende cerca de 38 milhões de alunos, e o Programa de Aquisição de Alimentos. Criado por Getúlio Vargas, o PNAE foi mantido por 16 presidentes, inclusive os militares, o que faz dele um dos programas de Estado mais importantes do País. Mattos levantou dados via Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento, que mostram que até outubro apenas 53,4% da dotação tinha sido empenhada ou paga. Desde 2000, a partir de quando os dados estão publicamente disponíveis, não houve nenhuma gestão que não tenha honrado a dotação anual. Corte mais significativo e com grande potencial de desestruturação é o que atinge o PAA, criado no âmbito do Programa Fome Zero com o objetivo de promover o acesso à alimentação e o incentivo à agricultura familiar. O programa compra alimentos produzidos pela agricultura familiar e os destina à parcela da população sob risco alimentar e nutricional, à rede de assistência social e à rede pública e filantrópica de ensino. Ele tem o mérito de fortalecer redes regionais de comercialização, valorizar a biodiversidade e a produção orgânica e agroecológica de alimentos, além de estimular o associativismo e o cooperativismo rural. Houve redução drástica das dotações anuais de 2016 e 2017 do PAA, com efetivo pago, entre janeiro e outubro de 2017, de apenas 5 milhões de reais (quando o dotado é de 330 milhões). O orçamento de 2018 prevê aproximadamente 0,12% do orçamento do programa em 2015, de 609.360.875,00 de reais (sobre esse dado, veja aqui). “Os valores revelam que o programa está virtualmente extinto”, disse Mattos. O desmonte das políticas para a agricultura familiar, iniciado com a extinção do Ministério do Desenvolvimento Agrário assim que Temer assumiu, seguiu com o fim da Ouvidoria Agrária Nacional, vinculada ao Incra, e atingiu ainda programas como os Territórios Rurais, Territórios da Cidadania, Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, Assessoria Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária, Programa Nacional de Reforma Agrária, Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, Programa Cisternas e Minha Casa Minha Vida Rural. As políticas destinadas ao financiamento e crédito da atividade de agricultura familiar também foram afetadas após o impeachment de Dilma Rousseff. Pela primeira vez, o Plano Safra da Agricultura Familiar (criado no primeiro governo Lula) terá estagnação orçamentária, em 2018/2019, e o crédito rural do Pronaf apresenta queda  de 21% em relação à safra 2016/2017 e de 37% em comparação à safra 2017/2018. “O que se observa é que, com o golpe parlamentar de 2016 e a ascensão do governo ilegítimo, deixa de haver o reconhecimento da agricultura familiar como categoria produtiva”, afirma Mattos, que explica que a agenda da agricultura familiar nos governos anteriores, em especial os de Lula e Dilma, mostra que esta era tratada não somente como objeto de política social, mas também como ativa na economia nacional. Os números justificam essa visão. Segundo o Censo Agropecuário 2006, diz o estudo, existem pouco mais de 4 milhões de estabelecimentos familiares, que ocupam 24,3% da área rural produtiva e participam com 87% da produção de mandioca, 70% do feijão, 67% do leite de cabra, 59% da carne suína, 58% do leite de vaca, 50% da carne de aves, 46% do milho (fonte de alimentação animal), 38% do café, 34% do arroz e 30% da carne bovina. Com isso, abastecem nada menos que 70% do mercado doméstico de alimentos. Outros números que podem impressionar os que acham que nossa economia rural se restringe ao agronegócio: a participação da agricultura familiar brasileira no PIB está estimada em 3,42% e emprega 12,3 milhões (74,4%) dos 16,5 milhões de trabalhadores no campo. Austeridade e barganha dos ruralistas A política de austeridade no campo atinge basicamente a agricultura familiar e deixa de fora dos “sacrifícios” fiscais os grandes produtores. Segundo a economista Luiza Borges Dulci, doutoranda em Ciências Sociais, Desenvolvimento e Agricultura, também presente ao debate, “a bancada ruralista é a agremiação que mais tem conseguido barganhar com o governo Temer”. Ela enumerou uma série de “conquistas” dessa bancada no Congresso, hoje com mais de 200 parlamentares, que são ao mesmo tempo derrotas para os trabalhadores da agricultura familiar, para os que lutam por reforma agrária e para aqueles que buscam a demarcação de suas terras, como indígenas e quilombolas. São elas: a extinção da Ouvidoria Agrária, a CPI da Funai e do Incra, o desmonte da Funai, a regularização fundiária urbana e rural (Lei n. 13/465/2017, antes chamada de “MP da Grilagem”); a terceirização, a contrarreforma trabalhista e o PL da reforma trabalhista rural, a portaria do Ministério do Trabalho sobre trabalho escravo, a venda de terras a estrangeiros (PL 4.059/2012), a liberação de agrotóxicos (benzoato de emamectina), entre outras. “O agronegócio é hoje um setor altamente tecnológico e inserido internacionalmente, mas com práticas de superexploração do trabalho e do meio ambiente”, afirmou. Dulci não tem dúvidas de que o que está por trás da ideia de austeridade, que esvazia as políticas sociais do campo, “é a luta de classes”. “(A austeridade) simplesmente não funciona: a dívida dos Estados é efeito e não causa da crise”. Na mesma direção, Renato S. Maluf, do Centro de Referência em Soberania e Segurança Alimentar, outro participante do debate, afirmou que uma medida extrema como a EC 95,  na verdade uma política fiscal determinada na Constituição, o que não existe em nenhum lugar do mundo, “é irrealizável”. “Eles usam o sentido simbólico de austeridade para criar a possibilidade do balcão, de negociar ponto a ponto, por 20 anos”. Os efeitos dessas medidas estão, porém, em curso. Dados da Comissão Pastoral da Terra citados por Mattos dão conta de que os assassinatos no campo aumentaram 22% entre 2015 e 2016, período que registrou ainda a elevação no número de tentativas de assassinatos, ameaças de morte, agressões e prisões. Até junho deste ano são 48 assassinatos no campo, alta de 79% em relação ao período de janeiro a dezembro de 2016. Essa violência é causa direta da concentração da terra, onde grandes propriedades somam apenas 0,91% do total dos estabelecimentos rurais brasileiros, mas concentram 45% de toda a área rural do país, segundo dados da Oxfam. “E ainda tem gente, mesmo na esquerda, que acha que o tempo histórico da reforma agrária acabou”, concluiu Mattos.

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